JOSÉ MARTINS AGOSTINHO
Rua do Sol, 2330 - Aldeia do Mar – Edifício África
Apartado 586 - Vilamoura
8125-489 QUARTEIRA
A TODOS OS PROPRIETÁRIOS
Como proprietário residente e dedicado ao bem-estar dos proprietários é minha obrigação moral dar a conhecer a todos, e, principalmente a quem se encontra bastante longe, algumas informações que servirão para analisar a conduta desta nova direcção.
A primeira visita ao Aldeamento após a eleição em 17/2/08, foi no dia 29/2/08, e como primeiro acto de gestão, foi proceder à substituição das fechaduras do escritório, que estava e está ao serviço da Aldeia Nossa, e retirar as Listas dos devedores que estavam afixadas no quadro. (claro nomes de eleitos constavam das listas).
Outra decisão foi a de não reconduzir o Sr. Joaquim António, como Empregado do Aldeamento.
Para os mais distraídos ou alheios às situações, que infelizmente são muitos, compreende-se não entenderem estas decisões.
Mas para quem está dentro dos assuntos, como eu, compreende-se perfeitamente.
O inicio da destruição do Aldeamento e o “funeral” dos empregados, começou, tal como eu alertei, quando um grupo liderado pelo Sr. José Manuel Gonçalves, iniciou uma campanha frenética e maldosa, incitando os proprietários a não pagar as suas comparticipações. (justificando que não havia títulos constitutivos).
Esqueceram-se porém que na anterior Administração, da qual esse Sr. José Manuel Gonçalves e outros dos recentemente eleitos faziam parte, receberam perto de 60.000 contos, e, também não havia títulos constitutivos. (engraçado não é?).
O objectivo era provocar a falência da Aldeia Nossa, o afastamento da Administração liderada pelo Eng.º. Carvalho Aguiar, e pelos vistos do Sr. Joaquim António, que já não iria servir muito bem.
Prova disso foi a triste cena que assisti em que esse Sr. José Manuel Gonçalves, o acusou de ser cão que não conhece dono. (ao Sr. Joaquim António, imaginem! uma pessoa sempre prestável mesmo fora das suas horas de serviço).
O passo seguinte era a tomada do poder.
Conseguiram-no como sempre, utilizando os votos por procuração.
Neste momento o Aldeamento está num total abandono, sem ninguém saber a quem se dirigir e à mercê dos piores vandalismos de sempre, (os assaltos recomeçaram, agora a roubar tudo o que é alumínio, nem as portadas resistem).
Não fosse uma empresa a cortar a relva de “borla” isto mais parecia uma selva que um Aldeamento.
No meu blogue (http://aldeiadomar2330.blogs.sapo.pt), irei colocar brevemente fotos onde os mais distantes poderão verificar o estado em que se encontram algumas zonas comuns, onde as máquinas já não conseguiram penetrar.
Não fosse também a resolução do problemas da distribuirão da agua, feito que devemos à administração “Aguiar”, então podemos mesmo afirmar que o Aldeamento Aldeia do Mar já era um nome do passado.
Hoje fico por aqui, prometo voltar sempre e lutarei até conseguir o objectivo que julgo ser o remédio para este Aldeamento, ou seja:
ENTREGAR A GESTÃO A UMA EMPRESA PRIVADA, ISENTA E ESPECIALIZADA
A FORÇA DA RAZÃO É A RAZÃO DA MINHA LUTA
DEUS NÃO DORME E ELE ME VAI AJUDAR
Vilamoura, 18-4-2008
JOSÉ MARTINS AGOSTINHO
Rua do Sol, 2330 - Aldeia do Mar – Edifício África
Apartado 586 - Vilamoura
8125-489 QUARTEIRA
Praça da Republica
ASSUNTO: ALDEAMENTO “ALDEIA DO MAR” VILAMOURA
Exmo. Senhor:
O Aldeamento Aldeia do Mar, em Vilamoura, é um Aldeamento com história, positiva até certa altura, durante a qual deu luz, côr e escudos a Vilamoura e por inerência dos factos a essa Câmara Municipal.
Ultimamente, como não podia deixar de ser tem sido cobiçado e atacado por variadíssimos meios por pessoas, alguns sem escrúpulos, que só visam o lucro fácil, não olhando a meios para atingir esses fins.
Tenho lutado dentro das minhas possibilidades para evitar que tal aconteça, no sentido de dar ao Aldeamento aquilo que Vilamoura merece.
Nesse sentido já fiz várias denúncias a essa Câmara Municipal, dirigidas ao Sr. Presidente, mas respostas infelizmente não as recebi nem me apercebi que tivessem sido tomadas algumas medidas.
Mais uma vez alerto essa Câmara Municipal, que vai ser apresentada para aprovação uma proposta de título constitutivo do Aldeamento, que não está de acordo com a realidade existente.
Peço a vossa atenção para este assunto e deste já estou a vossa inteira disposição para os esclarecimentos julgados necessários.
Sem mais apresento os meus cumprimentos.
Atenciosamente
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24/03/08
REUNIÃO DE 17/2/08
HOTEL ROMA
(O QUE NÃO ME DEIXARAM DIZER)
1- PORQUE APOSTO NA CONTINUIDADE
Aposto na continuidade dos actuais membros da Apam, porque têm sido injustamente acusados de determinados efeitos prejudicais ao Aldeamento.
È justo que sejam eles a terminar os processos pendentes, pois estão dentro dos dossiers e ao mesmo tempo aqui tem mais possibilidade de se defenderam das acusações injustas que tem sido alvo, muitas de maneira bastante agressiva e pouco própria de gente civilizada.
Afirmo aqui perante esta Assembleia que tenho opinião completamente oposta.
Colaborei durante dois anos com estas pessoas e posso reafirmar em qualquer lado que:
São pessoas que sempre deram o seu melhor, muitas das vezes em prejuízo das suas próprias vidas particulares e profissionais como é óbvio em Direcções deste tipo.
São pessoas extremamente educadas, que sempre, mas sempre, respeitaram todos os proprietários, incluindo mesmo os que ultimamente os tem difamado.
Poderão ter havido erros de gestão nalgumas áreas, mas quem não os faz? Mas em nada, mesmo em nada, houve prejuízo para o Aldeamento.
Sem sombra de dúvida foi a melhor gestão do Aldeamento nos últimos 10 anos.
Como exemplo só o resolver o problema da distribuição da água já lhes dava a saída pela porta grande.
Não fosse a atitude voluntária ou involuntária de alguns proprietários seria certo que hoje o Aldeamento estaria na parte final da sua recuperação.
Lamento e repudio certas formas usadas para vexar e denegrir a imagem das pessoas, sem razão.
Infelizmente já percebi que existem aqui pessoas que não olham a meios para atingir os fins.
Espero que a partir de hoje as coisas se modifiquem. Por isso vos peço. Vamos dar as mãos e salvar o Aldeamento.
2 – ACÇÔES A DESENVOLVER
Os títulos constitutivos e as penhoras “fantasmas” que só agora apareceram são uma prioridade das prioridades.
Não percebo bem como quase 20 anos depois da Luso Alemã ter feito as obras para a Praia Longa, aparece agora uma penhora, e logo após ter sido vendido o antigo restaurante, único bem ainda pertencente a Praia Longa.
Também não percebo porque tendo sido vendido esse bem por 350.000 contos, passados 6 meses tudo estar na mesma, independentemente de haver projecto aprovado pela C M Loulé.
Das duas uma ou os compradores tem muito dinheiro ou outra novidade vai aparecer.
3 – ADMINISTRAÇÃO PRIVADA
Em minha opinião é a única forma de atingir aquilo que a maioria pretende neste momento e a minoria vai aplaudir dentro em breve.
Vamos finalmente conseguir os objectivos definidos por cada um dos proprietários, quer seja viver aqui todo o ano, vir aqui passar ferias, ou ter aqui um certo rendimento.
Ter tudo isso em paz.
Convivendo alegremente com todos os vizinhos.
Acompanhando o crescimento dos filhos ou netos com aquela alegria que todo o humano merece.
Chegar e partir com o mesmo sorriso nos lábios.
É este o objectivo. Espero que ajudem a concretizar.
As guerrilhas pessoais têm portanto os dias contados.
Sobre os orçamentos, adianto:
Separar o Norte do Sul é um direito que nos assiste.
Embora defenda que em tudo o resto o Aldeamento deve continuar unido, juntos teremos mais força.
É nossa obrigação preservar o nome do Aldeamento histórico Aldeia do Mar.
Acabar com os condomínios “chamados edifícios” e concentrar numa entidade única toda a gestão do Aldeamento, terá muitas vantagens e podemos contar de imediato com 54.750.00 €/ano.
Lembro aqui que esta concentração de todos os condomínios numa única entidade administrante, foi sempre uma aspiração da Administração da Aldeia Nossa que pediu a demissão em 2003. (disseram que foi por não ter conseguido esse objectivo que se demitiram).
4 – REORGANIZAR A APAM
A Apam tem de ser de todos os proprietários, sendo o garante do bom funcionamento da nova entidade Administrante, informando e tomando medidas para que os proprietários estejam por dentro da gestão o mais possível.
Meus Amigos
Nesta proposta está o futuro.
Do passado apenas resta a desilusão, o tempo perdido, as guerras pessoais inglórias, que não conduziram a nada a não ser o atrasar da recuperação do nosso Aldeamento.
Ainda estamos a tempo, nunca é tarde.
Conto convosco.
OBRIGADO
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17/2/08 José Agostinho-2330
PROPOSTA
(AQUI ESTAVA O FUTURO)
Atendendo à situação em que se encontra o nosso Aldeamento – Aldeia do Mar – propõe-se:
1 – A continuidade dos actuais membros dos Corpos Sociais da APAM;
2 – Reeleita, a APAM deve desenvolver de imediato as seguintes acções:
2.1 – Finalizar o registo dos títulos constitutivos;
2.2 – Resolver com a Conservatória e com os tribunais o problema das penhoras sobre alguns bens comuns;
3 – Abrir um concurso, consultando, pelo menos, três Empresas especializadas na administração e manutenção de Aldeamento (as quais não podem ter ligações a proprietários), para apresentarem orçamentos para a gestão das partes comuns do Aldeamento – Aldeia do Mar – atendendo a que as gestões feitas directamente por proprietários se têm revelado CONFLITUOSAS e sem criarem a estabilidade, a recuperação, a manutenção, a segurança, e especialmente o bom funcionamento das partes comuns da Aldeia do Mar, como todos desejávamos.
3.1 – Os orçamentos devem ser apresentados, um para o Norte e outro para o Sul, com valores separados para a recuperação e para a manutenção, segurança. etc.
3.2 – A Administração deverá abranger as partes comuns, (zonas verdes, campos de jogos, piscinas, edifícios elevadores, iluminação, etc.) e a segurança global de todo o Aldeamento – Aldeia do Mar.
4 – Recebidos os orçamentos a APAM convocará uma Assembleia-geral extensiva a todos os proprietários, a realizar em Vilamoura para discussão e aprovação da proposta que melhor sirva os proprietários dão Aldeamento – Aldeia do Mar.
5 – Adjudicada a gestão do Aldeamento – Aldeia do Mar -, a APAM promoverá, no prazo de 3 meses, a alteração dos Estatutos de modo a que a Associação seja de todos os proprietários, sem obrigatoriedade de estes pagarem qualquer jóia ou quota.
5.1 – Entre os artigos a alterar destaca-se:
- As assembleias da APAM devem ser sempre na sede do Aldeamento – Aldeia – do Mar. - Para as Assembleias serem participativas as votações só podem ser feitas por presença, não se admitindo votação por procuração, excepto nos casos em que a lei exija a maioria de 2/3. - A Associação será financiada indirectamente pelos proprietários através de uma percentagem aprovada anualmente sobre o valor pago a Entidade Administrante.
6 – A APAM envidará todos os esforços para obter soluções amigáveis com os proprietários ainda devedores nas comparticipações para as despesas comuns;
7 – A APAM incube o dever de controlar a actividade da entidade administrante e de informar atempadamente os proprietários dos assuntos de interesse geral.
Aldeia do Mar, 10 de Fevereiro de 2008
José Agostinho
Manuel Pina Amaro
Rui Laginha
JOSÉ MARTINS AGOSTINHO
Edifício África - Aldeia do Mar
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REUNIÃO DA APAM
DIA 17-2-2008
ABERTA A TODOS OS PROPRIETÁRIOS DO ALDEAMENTO
TODOS A LISBOA (HOTEL ROMA)
Não vos venho dizer para não irem à reunião de Fátima no próximo dia 26 do corrente, convocada por um grupo de proprietários mas peço-vos que se optarem por comparecer a terem cuidado em aprovar seja o que for, pois por enquanto a nossa representante ainda é a APAM.
Para já é muito estanho que os mesmo que diziam não ser legal os proprietários pagarem as suas contribuições à Aldeia Nossa já venham propor em Fátima um orçamento de despesas, certamente que será para pedir dinheiro aos proprietários. É estranho, agora já ser legal, não é?
Cuidado também com as procurações pois ultimamente têm sido utilizadas apenas para atingir outros objectivos, que não se coadunam com o desenvolvimento do Aldeamento.
Por tudo isso e mais que a seu tempo se saberá aconselho prudência em tomadas de posição nessa reunião de Fátima.
O melhor será mesmo ignorar até saber o que a APAM tem para nos dizer no próximo dia 17 de Fevereiro de 2008.
Acredito na compreensão dos proprietários, pois acho que devemos respeitar aqueles que elegemos.
Cumprimentos
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